Processos de fossilização

 


 Recristalização - processo geral de fossilização, vai haver troca entre os minerais do ser vivo e a rocha.




Mumificação - é o processo mais raro de todos, e é o melhor para o paleontólogo, é a fossilização dos seres vivos por completo (partes moles e partes duras), só é possível em gelo ou âmbar (resina).
 

Moldagem - é o processo mais vulgar de todos, é quando temos a marca do ser vivo na rocha, podemos ter moldes externos (quando a marca representa uma parte exterior do ser vivo) e moldes internos (quando a marca representa uma parte interior do ser vivo), mas nunca temos o ser vivo.



Carbonificação - é o processo que irá dar origem ao carvão mineral, é típico das florestas e dos seres com queratina e quintina. Os seres vivos ficam com as raízes submersas, acabando por perder o equilíbrio e caindo na água, como são compostos por carbono, hidrogénio, oxigénio e azoto, ao longo de milhares de anos, os gases vão desaparecendo, sobrando apenas o carbono, quando isso acontece o ser vivo passou a carvão mineral.



Incrustação - é o processo em que se vão depositando camadas de minerais à volta do ser vivo.




Mineralização - é o processo em que as partes ocas do ser vivo são preenchidas com camadas de minerais. 


Nota: As imagens foram retiradas respectivamente dos seguintes sites: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEizhJl_nLVlFMoZpH0KOC14-Rzkqr2U1oX1DjV3PS9c3mGu7cxs30JUADGFCjvvmJw0QLD2Cy0SMzcctWpB1DReo5ZPtBc3-M2rgpcZf3nhvaHrJKlH7H0_NEPO6jJE9JOsr36uuX4SC7E/s1600/image001.jpg, https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhuEkigKfeW0gDjCqN8e5i8v2L_71kNgD87Qtl9MnYE3l8C2Qy6yt4QPH-jp8QxUgcudsQNsdnIKtsQZEZyYqveahdtYulDbpt4gH_O0k1qYUVuU8FhrDwdzPhPcGKre_9-FG5R_E7J7etL/s400/3166547352_b047525745_o.jpg, http://fossil.uc.pt/imags/moldes_folha.jpg, https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiZJYidPpkhmT48X0dbzmJqsokS_6nE2quUuE2492Bf8YIqXLKexpkg5151PWk9uBg7WbTky6dKyzXzWJ95gItzR9xwtG7Tcbc7762eKtFji0KdFK_e0r7hEZd_lB7P29VEfxjiXPcKYBI/s320/%C2%BA%C3%A7oluh.jpg, https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjqylQ5w6NRwaWlnFyN8HU610YbQ8C24ruaTtF-Oy-MS9vWSfto9mdAefV7AVvQcd5asjBp2oYFIKWkffaxyNrie-wN17SuMBW9Nj3sxZpQE4qC8nhxDoYp5EWlooWGWjcuWszwVC25KYY/s400/f%25C3%25B3ssil+de+incrusta%25C3%25A7ao.jpg, http://webpages.fc.ul.pt/~cmsilva/Paleotemas/Mineralizacao/Minerl03.jpg

Fósseis

Paleontologia - é a ciência que estuda os fósseis
                          - Paleo - antigo
                          - onto - ser
                          - logia - estudo


Fósseis - vestígios de seres vivos, ou partes de seres vivos, que ficaram perservados nas rochas onde viveram.



Icno fósseis - é o nome que se dá aos fósseis com apenas vestígios de seres vivos.


Fósseis característicos
Fósseis de fácies- denunciam as condições ambientais em que viveram (indica o ambiente).





Fósseis de idade- indicam a idade que o ser vivo tinha, indica a sua distribuição mundial, indica a idade há que já estão extintos.


Fossilização - é a passagem de um ser orgânico (vivo) para um material inorgânico, para um material mineral.


Condições para a fossilização - para se dar a fossilização são necessárias condições como:
                                                        - o ser vivo, ou o vestígio do ser vivo ser enterrado de imediato após a morte.


Como se forma um fóssil:
  • Primeiro, um ser vivo vive tranquilamente;
  • Depois, ao morrer, é enterrado imediatamente;
  • Depois as partes moles do ser vivo desaparecem, e efectua-se a troca de minerais entre a rocha e o ser vivo;
  • Depois passam milhões de anos e formam-se várias camadas de terra por cima do fóssil;
  • Depois existe uma dobra, uma falha, ou erosão das rochas que transporta o fóssil até à superfície;
  • Por fim, esse local é explorado pelo homem e o fóssil é encontrado.
  •  
     
    Nota: As imagens foram retiradas respectivamente dos seguintes sites: http://ceticismo.net/wp-content/uploads/fossil_planta.jpghttps://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiUC5OHOQMIBbxUEN9AFUSCSo1ZltCqyhRilgiZotOzI9gVjs63H3zYMxtpurVhhu-VSMSFlVlMNh8_8AiNcyVj5hyphenhyphen4WLi8l4QePvVBMsxRRjcvs4-otUsSequHn7t21QU5Nfa0WeLzit6-/s400/pegadas+de+ter%C3%B3pode.JPG , http://www.prof2000.pt/users/malusa/lu/fossil2.gif , http://www.prof2000.pt/users/malusa/lu/fossil1.jpg
     , http://cn7esc.files.wordpress.com/2009/11/5gerando20um20fossil20-20animacao.gif

Morfologia dos fundos oceânicos


 O que significa?

Morfologia - estudo da forma
Morfologia dos fundos oceânicos - Estudo da forma dos fundos oceânicos


Como se sabe a forma dos fundos oceânicos?

 
Antes da 2ª guerra mundial pensava-se que os fundos oceânicos eram planos, sem relevos.
Então, quando a 2ª guerra mundial começou, tinham que se arranjar maneiras de atacar o inimigo sem serem descobertos. Para isso, em 1945 construiu-se o submarino. O objectivo do submarino era transportar as tropas por baixo de água, pelos fundos oceânicos, assim não eram descobertos, era assim que pensavam.
Mas quando puseram esta ideia em prática perceberam 2 coisas:
      1ª- que o homem não aguenta a pressão da água a mais de 150 metros;
     2ª- que os fundos oceânicos não eram planos (choques contra rochas e bancos de areia)
Assim sendo, os cientistas perguntavam-se como seriam afinal, os fundos oceânicos. Após anos de procura, inventaram o sonar, nos anos 60 a 80.
O sonar é um aparelho que cartografa os fundos oceânicos emitindo sons que embatem nos fundos ocânicos e voltam com as informações necessárias, que o sonar anota.
A teoria de Alfred Wegener é então comprovada nos finais do século XX (20), coprova-se que são as correntes de convecção do magma que originam a separaçºao dos continentes.
O sonar faz avanços também na medicina, originando as ecografias e radiografias.

Em esquema:

Quando - 2ª Guerra Mundial
Mais concretamente - 1945
O quê - criação do submarino
Para quê - transportar tropas sem ser descoberto
Resultou/não resultou - Não resultou
Porquê - porque os fundos oceânicos não eram planos como se pensava
                porque o homem não aguenta a pressão abaixo dos 150 metros de profundidade
Então criaram o quê - sonar
Qual o objectivo - cartografar os fundos oceânicos
Quando - nos anos 60 a 80 
Porquê - porque os cientistas se interrogavam como seriam os fundos oceânicos
O que comprovou - teoria de Alfred Wegener 
O que origina então o afastamento dos continentes - correntes de convecção do magma
Quando foi comprovada - finais do século XX 
Que avanços fez o sonar - ecografias e radiografias
Em que área - medicina


Como são os fundos ocânicos?


Plataforma continental - zona aplanada, ligeiramente inclinada, faz parte da crosta continental e vai até aos 150 metros de profundidadee extende-se em 2 km. Vivem na plataforma cerca de 90% das espécies marinhas, incluindo as espécies que migram e vivem em rifte.

Talude continental - zona que faz parte da crosta continental, muito inclinada (adrupta) que vai dos 150 metros de profundidade aos 4 km de profundidade em cerca de 200 metros.

Fossa oceânica - zona de choque entre a crosta continental e a crosta oceânica. A crsta oceânica por ser mais densa mergulha por baixo da crosta continental originando sismos e vulcões. Pode atingir os 12 km de profundidade como na fossa das Marianas no Japão.

Planície abissal - constitui cerca de 75% dos fundos oceânicos, zona aplanada.

Dorsais médio-oceânicas - grandes cadeias de montanhas que dividem os oceanos a meio, e têm aproximadamente 2 km de altura por 2 km de largura. A Islândia é o único local onde a dorsal aparece à superfície.

Rifte - vulcão do tipo fissural que origina as dorsais e é responsável pela formação da crosta oceânica e também pelo afastamento dos continentes. Localiza-se no meio das dorsais.


Nota: as imagens foram retiradas respectivamente dos seguintes sites: http://www.educamor.net/ , http://www.mainland.cctt.org/ , e http://www.carolinajferraz.blogspot.com/

Vulcano

   Em Los Angeles, ao construirem um metro atingiram uma câmara magmática. O vulcão deu sinais, como os sismos e o enxofre, de que estava prestes a entrar em erupção, mas ninguém lhes deu atenção. Assim, o vulcão entrou em erupção, e com mais facilidades devido aos túneis do metro, canos de água, electricidade e gás, porque assim não necessitava de abirir caminho.
   Ao se depararem com o vulcão inesperado, tentaram arranjar forma de pararem e solidificarem a lava. Para isso construíram uma espécie de barragem com blocos de cimento e camiões, depois de a lava parar, helicópetros deitaram água para cima da água solidificando-a.
    Após poucos minutos descobriram que a lava se dirigia, por baixo de terra, para o hospital, onde estavam mais de 2 mil pessoas feridas na 1ª erupção de lava.
    Tinham de desviar a lava para os canais de esgoto que a levariam ao oceano, extinguindo-a. Para esse efeito, abriram valas profundas para a lava sair, e derrubaram um edifício, condunzindo a lava para os canais, e daí para o oceano.

 Este filme faz-nos perceber como um vulcão pode entrar em erupção, os factores que facilitam a expansão da lava e que qualquer vulcão em qualquer local poder entrar em erupção em qualquer altura, sem nos prevenir.